Supervisão individual em Gestalt-terapia, com atenção ao campo relacional, ao processo e ao que se mobiliza na terapeuta durante o encontro clínico. Não é espaço de respostas prontas. É espaço de presença, sustentação e aprofundamento do fazer clínico.
O que é diferente aqui
A maioria das supervisões foca no o que fazer. Aqui, a pergunta é outra: o que está acontecendo nesse campo? Mais importante do que o que o paciente diz é como ele diz, como se organiza, como se defende, como se aproxima ou se afasta.
Supervisiono a partir dos fundamentos da Gestalt-terapia, com atenção ao campo relacional, ao processo e ao que se mobiliza na terapeuta durante o encontro. A Focalização e o Somatic Experiencing entram como lentes complementares para os casos onde o trauma pede uma escuta mais somática. Mas o chão é a Gestalt.
O objetivo não é acumular técnicas. É aprender a pensar clinicamente: perceber padrões, compreender o campo, sustentar hipóteses e construir raciocínio clínico global, vivo e contextual.
"Eu não posso ser abrigo para o outro se eu não tenho condições de me habitar."
Campo relacional, forma do contato, processo. O chão de todo o trabalho.
O que se mobiliza em você durante o encontro também é dado clínico.
Escuta somática como lente complementar para casos de trauma e corpo.
Para quem já está clinicando e sente que precisa de mais chão. Mais profundidade no raciocínio clínico, mais consciência do campo, mais presença no encontro. Acompanho psicólogas em diferentes momentos da carreira.
Encontros mensais ou quinzenais, conforme o seu ritmo. Você traz o caso, o impasse, a dúvida. Trabalhamos a partir daí, sem roteiro fixo e sem checklist. Minha atenção fica inteira no que está acontecendo na sua clínica e em você enquanto clinica.
Além do acompanhamento dos casos, há espaço para curadoria de literatura conectada à prática, estudo de experimentos clínicos e atenção aos limites da terapeuta. Não é só sobre o paciente. É sobre quem você está sendo no encontro com ele.
Encontros mensais em grupo pequeno, com 4 a 6 psicólogas. O grupo cria um campo de aprendizado coletivo: você aprende tanto do seu caso quanto dos casos das colegas, num espaço horizontal, sem competição e sem hierarquias rígidas.
As próximas vagas abrem em agosto de 2026. Se tiver interesse, me chama para entrar na lista de espera.
"Com dúvidas sobre o formato certo para você? Me chama. A gente conversa antes de qualquer compromisso."
Sou Sandrine Costa, psicóloga gestalt-terapeuta com 10 anos de clínica especializada em trauma. A Gestalt-terapia é o fundamento do meu trabalho: é ela que orienta como eu olho para o campo, para o processo, para a relação e para a forma como o contato acontece ou se interrompe.
Ao longo dos anos, integrei à Gestalt uma escuta mais somática, através da Focalização. Não como substituição, mas como ampliação do olhar para o que o trauma faz no corpo e na relação terapêutica.
Supervisionar, para mim, é caminhar junto. É ajudar a sustentar perguntas melhores, desenvolver raciocínio clínico e fortalecer a confiança interna da terapeuta. Não sou professora distante. Sou colega que chegou um pouco antes e quer compartilhar o caminho, inclusive as partes difíceis.
Me manda mensagem no WhatsApp. A gente conversa sobre o que você está precisando e vê se faz sentido trabalharmos juntas.
Ou me encontra no Instagram: @sandrinecosta.psi